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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Curso de Banho Tosa no Guaruja 13 3494-1684

  Gato com medo de água: por que os bichanos fogem do banho?


Que os bichanos são pets extremamente higiênicos, ninguém duvida! Afinal, além de tomarem seu próprio banho, eles ainda enterram suas necessidades! Mas por que será é tão comum encontrar gato com medo de água? 

As origens dos felinos podem ajudar a entender melhor seu comportamento, estilo e manias! Se você tem um gato com medo de água, continue lendo. Aprenda mais sobre seu filho de quatro patas! 

Fatores que influenciam o medo dos gatos

Os bichanos são pets muito espertos. Assim, quando um gato não gosta de tomar banho, há motivos bem claros para seu comportamento. De acordo com especialistas, alguns fatores que influenciam na insegurança dos peludos são:

Sistema respiratório frágil: como não estão acostumados com a água, o sistema respiratório dos felinos é mais frágil. Com isso, o pet tem medo de um banho descuidado, o que pode levar a infecções; 

Territorialismo e olfato: outra característica herdada dos seus ancestrais. Os bichanos são muito territorialistas. E para ganhar a batalha no domínio de diferentes espaços, o cheiro é muito importante. Um banho forçado pode modificar o odor do gato, deixando-o inseguro.  

Banhos naturais: mesmo tendo medo de água, os gatos conseguem manter sua aparência limpa e elegante, não é mesmo? Isso graças a seus banhos naturais, realizados com boas linguadas! Essa tática dos bichanos é excelente para mantê-los sempre limpinhos. Como já se sentem higienizados, os felinos não veem sentido em mergulhar na água com sabão. 

 

A origem do bichano

Entretanto, o principal motivo que explica por que um gato não gosta de água está em sua origem. 

A chave para entender o comportamento dos peludos está na origem do gato doméstico. “Acredita-se que essa aversão vem da origem dos bichanos. Os felinos provavelmente vieram do Oriente Médio, onde há muitos desertos”.

Assim, especialistas confirmam que é natural que o bigodudo fuja do banho. No entanto, é possível ensinar para nossos amigos que não há perigo em tomar um ducha e ver que o gato gosta de tomar banho! Tudo depende de adaptar o pet à água. 

 

Como dar banho em gato

Apesar de ser comum encontrarmos um gato com medo de água, cada pet possui sua personalidade e seus hábitos.

De acordo com a veterinária, a melhor forma de familiarizar seu amigo aos banhos é começar cedo. “O ideal é acostumar o pet desde filhote”. Assim, os felinos que encaram uma ducha ainda pequenos provavelmente terão uma relação mais amigável com a água no futuro. 

Porém, o bichano adulto também pode descobrir o prazer de um bom banho e aprender a ser um gato que gosta de água! Para ajudar seu amigo, basta seguir algumas dicas:

Procure um momento adequado: como os bichanos têm medo de água, dar banho em gato leva tempo. Por isso, muitas vezes é necessário dedicar longos minutos a esse processo, ajudando o bigodudo a superar suas inseguranças. Assim, escolha um momento confortável, em que você possa se dedicar exclusivamente a seu filho de quatro patas; 

Utilize água morna: a temperatura costuma ser um grande problema para um gato com medo de água. Por isso, a dica é buscar algo mais agradável, utilizando água morna.

Use apenas produtos adequados para pets: os produtos para felinos são elaborados por especialistas, não provocando alergias ou incomodando os peludos. 

Procure um especialista: dar banho em gato pode não ser uma tarefa fácil. Por isso, o melhor é procurar ajuda de um especialista.

Hidratação: um grande problema para gato com medo de água

Não é só o banho que atrapalha um gato com medo de água. Muitas vezes, nossos amigos podem ter problemas de hidratação por suas inseguranças. Além dos bichanos não serem muito chegados a uma ducha, são muito seletivos com sua alimentação. 

Por isso, na hora de dar água para o peludo, recomendamos seguir algumas dicas:

 Ofereça sempre água limpa e fresca;

Certifique-se que o bichano está bebendo água;

Em dias mais quentes, coloque alguns cubos de gelo no bebedouro,

Prefira bebedouros automáticos, encontrados em lojas especializadas. 

Prezar pelo bem-estar de nossos amigos é o diferencial em uma tutoria responsável! Viu como é bom entender por que os gatos não gostam de água?


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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Curso de Banho e Tosa no Guaruja 13 3494-1684

  Saiba quais são as cores de gatos e o que elas significam


Compreender as cores de gatos pode ser mais complicado do que parece. Por trás da pelagem dos bichanos, há um complexo sistema genético que pode dizer muito sobre os peludos. 

Quanto mais aprendemos sobre os animais, mais apaixonados ficamos por eles. Se você deseja saber mais sobre cores de gato e seus significados, continue lendo. Preparamos um guia conteúdo completo. 

Cores de gatos: macho ou fêmea

Você provavelmente já ouviu dizer que gato de três cores é sempre fêmea, não é mesmo? Pois, saiba que essa história tem um fundo de verdade. Isso porque parte das características que definem as cores dos bichinhos está ligada ao gene X. 

Esse gene, que também está relacionado ao sexo do felino, pode definir se o peludo terá a cor preta ou vermelha. Como sabemos, um gato macho possui os genes XY, enquanto uma fêmea é XX. Assim, o macho poderá ser preto ou vermelho, e a fêmea uma mistura das duas cores.

Por isso, se, algum dia, você encontrar com um bichano preto com manchas vermelhas, sabe que, provavelmente, está lidando com uma gatinha. Apesar de haver pequenas chances dele ser macho. 

Coloração de gato branco 

Basicamente, podemos dizer que as cores de gatos se resumem em três: preto, vermelho e branco. Já entendemos que o preto e o vermelho estão associados ao gene X. Mas e o branco? 

A coloração de gato branco tem a ver com outros fatores, na verdade, três elementos diferentes: o gene da cor branca, o gene das manchas brancas e o gene do albinismo. 

Quando o peludo tem o gene da cor branca, não importa como é seu gene X, ele será totalmente branco. Se o pet tiver o X com tons pretos e o gene das manchas brancas, ele será o clássico gato preto e branco. Já o albinismo também é um fator à parte. Por isso, o gato albino é inteiramente branco. 

Outras cores

Até agora, abordamos o vermelho, o preto e o branco. Contudo, você provavelmente já encontrou as mais variadas cores de gatos, como laranja, malhado e cinza, não é mesmo? Isso porque, além dos fatores já explicados, há a intensidade desses tons. 

A cor dos bichanos, assim como outros mamíferos, é definida pela quantidade de melanina. Há dois tipos: a eumelanina e a feomelanina. A primeira está relacionada aos tons escuros, e a segunda, aos avermelhados. Dependendo da quantidade de melanina que a genética do pet libera, ele irá se encaixar em um dos tipos abaixo:

Cores extremas: também chamadas de características intensas, são aqueles peludos que possuem genes de melanina dominantes e, consequentemente, cores fortes, como os gatos pretos, laranjas ou chocolate, 

Cores suaves: possuem genes recessivos, apresentando variantes dos tons acima. É o caso de gato cinza, creme ou bege. 

Viu como compreender as cores de gatos não é uma tarefa fácil? Há vários fatores diferentes que, combinados, resultam nos belos tons de nossos amigos de quatro patas. 

Significados das cores

Como as cores de gatos são definidas pela genética, há algumas características semelhantes que podem ser associadas aos diferentes tipos de pelagem de gato. Claro, cada peludo tem sua personalidade, sendo impossível ter um manual de comportamento ligado à aparência. 

Entretanto, alguns relatos indicam que a genética das cores também pode influenciar nas características e na personalidade dos pets. Continue lendo para saber mais sobre cada uma delas. 

Gato preto

O gato preto é considerado mais introspectivo, tímido e tranquilo. Calmo e carinhoso, costuma dormir por longos períodos e gosta de alguns minutos de carinho. Ainda que não seja tão apegado, ele sabe demonstrar seu amor, mesmo que seja deitando ao lado do tutor, fazendo companhia em atividades diárias.

Gato branco

Os bichanos brancos também são considerados calmos e pensativos. Geralmente, são desconfiados e precisam de mais tempo para se adaptar à sua família. Porém, uma vez que tenham se adaptado, são muito fiéis e carinhosos. Não costumam gostar de visita, mas não negam uma boa dose de carinho. 

Gato laranja

O gato laranja é considerado mais carinhoso que os outros bichanos. Adora passar todo momento ao lado de sua família e odeia ficar muito tempo sozinho. Também é mais ativo, precisando de atividades regulares para gastar sua energia. 

Gato rajado

É um bichano curioso e ativo, que adora brincar com seus tutores. Costuma ser muito fiel e companheiro, mas precisa de boas doses de atividades para gastar a vasta energia. O gato rajado e bicolor, por ser mais curioso, costuma se dar melhor com estranhos logo no primeiro encontro. 

As características acima estão relacionadas a alguns estudos, mas não indicam um manual definitivo sobre os felinos. Lembre-se que cada pet é especial e possui uma personalidade única. 

Conhecer as cores de gatos é uma forma de nos apaixonarmos ainda mais por eles! Além de fofos e divertidos, nossos amigos de quatro patas escondem diversos fatos surpreendentes.

 

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quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Curso de Banho e Tosa no Guaruja 13 34941684

 Alicate de unhas para pets: usos e cuidados

 

Cortar as unhas do seu pet vai muito além de ser uma coisa puramente estética. Na verdade, deve ser considerado como um cuidado muito importante para a saúde e bem estar do animal.

Cães e gatos que vivem em apartamentos ou casas com pisos lisos, sem atrito suficiente, acabam ficando com as unhas muito grandes. Isso pode gerar problemas de saúde e causar desconforto para os pets, além da possibilidade de machucar as pessoas.

Unhas grandes demais tendem a causar problemas na coluna e de locomoção, já que elas podem ficar presas em pisos, tapetes, roupas, carpetes etc. Além disso, aumentam o risco de infecções e doenças, porque elas podem quebrar ou envergar, perfurando a carne do animal.

Assim, se você não tem o costume de levar seu cachorro ao petshop para o banho e tosa, você PRECISA ter um cortador de unhas em casa.

 

COM QUE FREQUÊNCIA DEVE-SE CORTAR A UNHA DOS PETS?

Em primeiro lugar, o ideal é adotar esse hábito quando o animal ainda for um filhote. Assim, ele se acostuma com o procedimento e os cortes acontecem sem estresse ou agitação.  Algumas pessoas preferem usar nos filhotinhos o alicate para gato.

A frequência do corte das unhas varia de acordo o estilo de vida do animal. Andar e correr bastante em superfícies com mais atrito já ajudam a desgastar as unhas.

Em cães, a hora de cortar é quando as unhas começam a roçar no piso fazendo barulho no chão e visivelmente percebe-se que estão longas. Normalmente, esse prazo é de uma semana ou no máximo a cada 15 dias.

Em gatos, você pode apertar de leve as almofadinhas (coxins) da patinha, para que a unha fique mais a mostra, e então veja se estão muito grandes e afiadas ou não.

Se tem costume de levar seu pet para banhos e tosas num petshop, é bem provável que o corte das unhas já esteja incluso no pacote. Nesse caso, os profissionais do ramo podem avaliar melhor a necessidade desse procedimento.

 

CUIDADOS QUE SE DEVE TER

As unhas dos pets são muito sensíveis, pois possuem vasos sanguíneos e nervos em seu eixo central, conhecido como sabugo. Quanto mais compridas ficam as unhas, mais longo fica o sabugo também.

Esse sabugo, quando lesionado, acarreta muita dor e sangramento no animal. Se isso acontecer, você poderá utilizar o pó hemostático, que é um produto próprio para estancar pequenos sangramentos e funciona como coagulante.

Ou seja, se demorar muito para cortar as unhas do seu cão, mais doloroso será para ele.

Para evitar isso, mantenha sempre o corte das unhas em dia, pois o sabugo tende a se “acostumar” com o comprimento mais curto e também vai ficando menor.

Um outro cuidado muito importante é lixar as unhas do seu pet depois de cortá-las, para suavizar as pontas afiadas pelo alicate e dar acabamento, evitando arranhões. Existem lixas específicas para animais, que são maiores e mais duradouras do que as lixas para humanos. Você encontra esse produto clicando aqui.

No caso de cortes de unha de gatos, um erro comum das pessoas que deve ser evitado é o uso de alicates pequenos para cães. O correto é usar os que foram desenvolvidos especificamente para gatos, somente.

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terça-feira, 25 de agosto de 2020

Curso de Banho e Tosa no Guaruja 1334941684

 

 Conheça 6 cheiros que cachorro não gosta

 

No quesito paladar, a gente ganha com vantagem: seres humanos contam com cerca de 9 mil papilas gustativas contra menos de 2 mil em cães. Já quando o assunto é olfato, a competição fica bem mais complicada para o nosso lado.  Você sabe de algum cheiro que cachorro não gosta?

Enquanto nós possuímos cerca de 5 milhões de células receptoras de odores, algumas raças caninas podem apresentar até 220 milhões de células do tipo. Isso explica por que os cães são tão bons em farejar!

Pensando nessa diferença, dá até para entender por que alguns odores que passam batido por nós, ou mesmo que consideramos agradáveis, fazem parte de cheiro que cachorro não gosta. Conhecer quais são esses odores é bacana principalmente para evitar criar incômodos ao olfato sensível do seu amigo. 

Por outro lado, você também pode usar esse conhecimento a seu favor, utilizando certas substâncias como repelentes naturais. A seguir, veja alguns itens do nosso dia a dia que podem ter algum cheiro que o cachorro não gosta.

1. Pimenta

Como todos os demais sentidos, o olfato é uma das maneiras que temos de reconhecer o mundo à nossa volta. Isso, por sua vez, nos ajuda a tomar decisões importantes, como provar ou não determinado alimento. 

Quer um exemplo? O cheirinho de um bolo costuma atrair vários membros da família para a cozinha. Já o cheiro muito cítrico ou apimentado de algum alimento serve de alerta para ir com cautela.

A substância que dá o cheiro e o ardor característicos da pimenta é a capsaicina. Quanto mais apimentada, maior a quantidade de substância e mais desagradável é a pimenta para o cão. Não à toa, derivados da capsaicina são muito usados em repelentes caninos. 

Mas atenção: bastante irritante para mamíferos, a substância gera a sensação de queimadura nos tecidos, em especial nas mucosas, podendo irritar as vias respiratórias. Por isso, não use a pimenta pura como repelente caseiro em casa! Caso seja ingerida, a pimenta também pode provocar dores e outros desconfortos intestinais. 

2. Vinagre

Odores muito cítricos, como o do vinagre, são muito desagradáveis para o olfato canino. Esse é um dos motivos pelos quais recomenda-se usar o produto em locais onde o pet tenha feito sua sujeirinha.

Sendo assim, ao se questionar qual cheiro espanta cachorro, o vinagre seria a melhor resposta. O amigão peludo irá repensar antes de fazer suas necessidades no lugar errado outra vez.

Outro motivo por que o uso do vinagre na limpeza funciona tem a ver com o ácido acético em sua composição. Com efeito desengordurante, a substância também ajuda a neutralizar odores de origem alcalina. 

Porém, uma vez que tanto a urina quanto as fezes do cachorro têm pH ácido, o ideal é que o vinagre seja utilizado apenas no final, para servir de repelente. Já a limpeza deverá ser feita com outros produtos, como água e sabão. 

3. Produtos de limpeza

A percepção dos odores está bastante ligada à memória e, portanto, à experiência que relacionamos a eles. Prova disso é que mesmo cheiros fortes e bastante artificiais podem adquirir um significado positivo para os humanos. Por exemplo, muitos de nós apreciam o cheiro de produtos de limpeza. Afinal, ele costuma ser sinal de casa limpa.

Para os cães, por outro lado, não só o cheiro de produtos compostos de cloro e amoníaco é desagradável, como também pode causar a irritação das vias respiratórias. Portanto, sempre que for limpar a casa, evite manter o pet no ambiente e abra bem as janelas para arejar a casa e não agredir o olfato do cachorro.

4. Álcool e derivados, incluindo os perfumes

O aumento do uso de álcool em gel, decorrente da pandemia de COVID-19, não foi boa notícia para os cachorros. Isso porque, em geral, eles não gostam nem um pouco do cheiro de álcool, que é muito forte e também pode causar irritação nas vias respiratórias.

Nesse sentido, é claro que o álcool pode e deve ser usado, quando necessário, para  fazer uma boa higienização. Em casa e perto do pet, no entanto, o melhor é lavar as mãos com água e sabão. Já ao limpar a casa, procure manter o pet afastado e abrir as janelas para entrar ar.

Muito agradáveis para nós, os perfumes também são bastante desagradáveis para os pets. É muito comum que, ao se perfumar ao lado do cachorro, este comece a espirrar. Isso ocorre porque perfumes são compostos de álcool e também irritam as vias aéreas caninas. Procure fazer isso apenas quando seu amigo não estiver por perto!

5. Esmalte de unhas e acetona

Vai pintar as unhas? Melhor abrir as janelas e manter o pet entretido em outra coisa ou ambiente. Em geral, os esmaltes são compostos por uma série de substâncias químicas fortes. Estas são incômodas para o olfato dos cães e estão associadas à irritação das vias aéreas, provocando espirros e coceiras.

Também a acetona, muito usada para remover o esmalte, tem odor forte e irritante. Se possível, dê preferência aos removedores de esmalte mais suaves, evitando a irritação do pet.

6. Naftalina

Muito usadas no passado para afastar traças e outros odores desagradáveis nas gavetas, a naftalina não apenas tem um cheiro desagradável para cachorros, como também é extremamente perigosa para eles. 

Quando ingerida ou inalada diretamente, a naftalina pode afetar o sistema nervoso canino e o fígado, provocando vômito, convulsões, entre outros sintomas. Portanto, se você tem cachorro, é melhor não ter a substância em casa!

Agora que você já sabe qual cheiro cachorro não gosta e quais podem vir a fazer mal a sua saúde, é hora de tomar cuidado quanto aos produtos que vêm utilizando em casa. Como dito anteriormente, um ambiente arejado pode ajudar a amenizar esse problema. Portanto, abra as janelas da casa sempre que possível.

 

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Curso de Banho e Tosa no Guaruja 13 33951176


Gatos de raça: conheça suas origens!


Mesmo para os amantes de gatos, raças não costumam ser um assunto muito comentado. Claro, independente do estilo, os bichanos sempre são um mar de fofura, mas sabia que conhecer mais sobre gatos de raça pode ser muito interessante?
Com um pouco de informação, você saberá diferenciar uma espécie de outra e poderá escolher aquela que mais combina com sua família!

1. Siamês

Origem: Tailândia
Seu nome indica a nacionalidade deste bichano tão famoso. O gato siamês surgiu na Tailândia e, antigamente, este país era conhecido como Sião — daí o nome “siamês”. Alguns registros mostram que os gatos siameses divertem seus tutores desde 1350, sendo considerados uma das raças mais antigas.
A espécie possui uma estrutura elegante e esbelta e penetrantes olhos azuis, mas o que realmente se destaca é sua pelagem. De cor clara, se corpo varia entre branco, caramelo ou acinzentado.
Já as patas, a cauda e as orelhas são mais escuras, dando um charme único ao bichano. Esse fenômeno ocorre graças a uma enzima especial, que escurece o pelo em temperaturas mais baixas.
Essa espécie gosta de brincadeiras, mas também precisa ter seu tempo sozinha. Pensando nisso, o gato siamês é perfeito para famílias ou pessoas que não ficam muito em casa. No entanto, os veterinários ressaltam a importância de preencher o ambiente com brinquedos e atividades para o bichano.

2. Persa

Origem: Irã
Outro campeão de popularidade, o gato persa conquista por seu jeito de bichinho de pelúcia! É conhecido por ser muito peludo e ter a cara achatada, o que o deixa com um ar muito fofo! O nome também indica sua origem: a antiga Pérsia ou Irã. O gato persa chegou no Reino Unido no século XVIII, e então se espalhou pelo mundo.
É um gato de raça muito tranquila e amorosa. Costuma ser mais calma e não tem tanta energia quanto outros gatos. Como não gosta tanto de se exercitar, se adapta bem a espaços pequenos. É muito indicada para famílias e se dá bem com crianças e outros pets.

3. Maine Coon

Origem: Estados Unidos
Se você é apaixonado por grandes felinos, o maine coon é o pet ideal para sua família! Essa raça de gato é conhecida por seu tamanho, podendo chegar a até 1 metro e mais de 8 quilos! Além de grandalhões, têm uma pelagem farta e fofa, que pode ser castanha, cinza, branca ou até malhada!
Os maine coons surgiram nos Estados Unidos, mas sua origem ainda é um tanto incerta. Alguns estudiosos acreditam que a raça surgiu da mistura entre bichanos britânicos, trazidos em navios, com os gatos selvagens americanos. De qualquer forma, são muito populares em seu país de origem. No Brasil, sua fama vem crescendo, especialmente nos últimos 10 anos.
São pets extremamente dóceis e gentis, e se dão bem com toda a família! Apesar de não gostarem tanto de atividades, seu tamanho pede um lar mais espaçoso. Por isso, o maine coon é indicado para casas grandes e com espaços abertos.

4. Sphynx

E quem disse que apenas os gatos de raça peludos são fofos? Os sphynx — gatos famosos pela aparente ausência de pelo — provam que os bichanos são lindos até mesmo carequinhas! Excêntrico e elegante, esse bichano vem conquistando a todos.
Apesar de não parecer à primeira vista, é importante ressaltar que o sphynx tem pelo, sim. Sua pelagem é curta, esparsa e fina, o que dá uma aparência única para o pet. É uma raça muito recente, que se originou no Canadá, em 1978. De lá, conquistou o mundo e hoje encontramos sphynx aqui mesmo, no Brasil.
Inteligente e ágil, possui um temperamento ativo e muito curioso. É simpático e carinhoso, e costuma se dar bem até mesmo com as visitas da casa. Como tem muita energia, o ideal é que viva em um lugar espaçoso. Atenção à temperatura: como não possui muitos pelos, é uma raça sensível ao sol e ao frio.

5. Gato de raça de pelo curto brasileiro

Isso mesmo! O Brasil também tem uma raça para chamar de sua! O simpático gato de pelo curto brasileiro foi reconhecido como uma raça pura pela Word Cat Federetion, ou WCF, em 1998. Nosso bichano surgiu pelo cruzamento de diferentes raças que chegaram no país. Até recentemente, era considerado um gato sem raça definida.
No entanto, especialistas brasileiros perceberam que nossos gatinhos eram únicos e buscaram um reconhecimento internacional. Logo, os gatos de raça de pelo curto brasileiro ganhou o mundo! Possui porte médio e os pelos curtos e fofos. Sua pelagem pode ser de diferentes cores, como caramelo, branco ou malhado.
É um pet dócil, ativo e carinhoso. Gosta de cafunés e brincadeiras, e costuma ter muita energia! É recomendado para casas grandes e espaçosas. Se dá bem com crianças e com outros pets, além de adorar brincar!




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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

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Peixes famosos: os mais conhecidos do cinema

Filmes com personagens animais fazem muito sucesso entre crianças e adultos cheios de imaginação. No caso dos peixes, não é sempre que eles são protagonistas, mas, quando têm papel de destaque, o sucesso dos peixes famosos é tanto que chega até a influenciar as vendas em lojas de aquarismo!
Para quem quer conhecer melhor quem são esses peixes “artistas”, listamos algumas das espécies de peixes mais famosas do cinema.

Peixe-palhaço: Procurando Nemo


 Uma das maiores provas de como a cultura pop pode ter impacto no mundo do aquarismo. A venda do peixe-palhaço chegou a aumentar cerca de 40% após o lançamento do filme, em 2003.
O aumento foi tanto que diversas ONGs fizeram apelos desestimulando a compra da espécie. A alta procura aumentou o número de peixes retirados diretamente no mar. Preocupante, não é mesmo?
Além de muito divertido, o filme do Nemo chama atenção por retratar fielmente alguns hábitos da espécie. A sua protocooperação com as anêmonas do mar é um ótimo exemplo!

Tang-azul: Procurando Dory


O filme pode até levar o nome do pequeno peixe-palhaço, mas se tem um personagem que roubou a cena do lançamento da Pixar foi a tang-azul Dory. Não à toa, a personagem ganhou seu próprio filme em 2016.
Lembrada especialmente por seu problema de perda de memória recente, Dory é responsável por alguns dos momentos mais divertidos e, ao mesmo tempo, mais delicados do desenho. Além disso, trata-se de uma espécie sensível, que exige mais experiência do aquarista.

Peixe-dourado: Pinóquio


Embora não fosse protagonista, a charmosa peixinha Cleo não passou despercebida em “Pinóquio”, animação da Disney de 1940. Ela viveu grandes aventuras, como ser engolida pela baleia junto com Gepetto e o bichano Fígaro.
Sobre a representação do peixe-dourado feita pelo filme, é importante destacar que Cleo está longe de viver em condições adequadas para um peixe.
Além de ficar em um recipiente aberto, exposta aos ataques do gato Fígaro, seu aquário globular é pequeno e não possui nenhum equipamento de adequação e manutenção dos parâmetros da água.

Peixe-anjo-real: A Pequena Sereia


É difícil imaginar como seria a vida de Ariel, de “A Pequena Sereia”, sem a companhia de seu fiel escudeiro Linguado.
Apesar de muito medroso, o famoso peixe da pequena sereia está com ela em todos os momentos. Mas você sabia que, ao contrário do que sugere o nome, ele não pertence ao grupo de peixes linguados?
Na verdade, acredita-se que, ao menos visualmente, o companheiro de Ariel tenha sido inspirado na espécie conhecida como peixe-anjo-real.
Encontrada nos oceanos Índico e Pacífico, a espécie é delicada e exige bastante conhecimento do aquarista para ter longevidade. Além disso, trata-se de uma espécie com difícil reprodução em cativeiro.

Bodião-limpador: O Espanta Tubarões


Não é coincidência que o personagem Oscar, de “O Espanta Tubarões”, trabalhe em um lava-rápido. Na vida real, o bodião-limpador limpa o corpo de outros peixes à medida que se alimenta dos parasitas presentes neles.
Mas a participação em relações mutualísticas não é a única qualidade da espécie!
Ela também é muito conhecida por sua inteligência acima da média entre os peixes. Prova disso é que, em 2018, um estudo provou que o bodião-limpador é capaz de se reconhecer no espelho.
Com isso, os peixes famosos entraram para o seleto grupo de animais capazes de realizar o feito, que inclui também golfinhos e orangotangos.




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terça-feira, 26 de novembro de 2019

Curso de Banho e Tosa no Guaruja 13 33951176


Como educar um gato corretamente

Existe o mito de que os gatos são incontroláveis, coisa que não é verdade, de forma alguma. O que acontece é que há uma confusão de termos, uma coisa é educar um gato para conseguir uma convivência sadia e pacífica com ele e os membros da sua casa, e outra coisa é adestrá-lo para que faça truques. Ambas coisas são possíveis, mas a educação é indispensável, enquanto que o adestramento pode ser opcional. A seguir, daremos alguns conselhos sobre como educar o seu gato.
Em primeiro lugar, você deve ter em conta certos elementos que deverá considerar:

Como educar um gato



1- Para que use a caixa de areia

Isto é de vital importância para as pessoas que compartilham um espaço pequeno com seu gato, por exemplo um apartamento, ou no caso do gato não poder sair de casa. A higiene é algo que se deve garantir dentro da convivência entre qualquer pessoa e seu animal de estimação. Os excrementos e a urina fora de lugar podem ser, além de algo muito desconfortável, focos de bactérias e demais problemas derivados. Por isso é importante ensinar o gato a usar a sua caixa de areia.
Para ensinar o seu gato a usar a caixa de areia, você deve colocá-la em um lugar de fácil acesso e que seja ventilado, para evitar o mau cheiro, depois colocar o gato nela para deixar que ele a explore e se sinta confortável com ela. Os gatos gostam de fazer as suas necessidades na terra ou na areia, portanto, não será difícil que ele se adapte a usá-la. Você pode colocá-lo na caixa depois que ele acordar, depois que comer, ou quando você o vir fazendo suas necessidades em outro lugar. Será só questão de tempo até que se acostume a usá-la com frequência.

2- Para que não morda ou arranhe

Pode parecer incrível, mas os gatos podem chegar a ser uns verdadeiros mordedores, sem falar das suas unhas afiadas. Se você não educou o seu gato para que não arranhe ou morda, as suas mãos certamente já terão sofrido as consequências. Por causa dos papéis de hierarquia, é normal que um gato morda ou arranhe quando você tem um contato excessivo com ele, contudo não é normal que o faça em qualquer ocasião ou que lhe cause alguma ferida.
Se você deseja evitar que o seu gato arranhe, deverá acostumá-lo desde filhote ao contato físico, assim como à socialização com outras pessoas e animais. Você tem que entender que o gato lhe dirá em que momento ele quer ser tocado e quando não quer que você se aproxime, parte da relação com os gatos é entender o seu estado de espírito e a sua linguagem. Procure acariciá-lo com frequência quando ele estiver relaxado, procure fazer carícias suaves na cabeça, no queixo e nas costas, evite a barriga, esta zona é muito sensível, e as carícias podem provocar certa dor.

3- Não afiar as unhas nos seus móveis

Os gatos usam as garras nos objetos como uma forma de marcar o território, portanto, deixarão rastros visuais a outros animais. Sendo assim, isto será um pouco difícil para eles, em especial se é uma conduta que se tornou contínua. O melhor que você pode fazer é comprar um arranhador ou dar-lhe algo para que o gato possa lixar suas unhas e ensinar-lhe a usá-lo. Quando você o vir arranhando as unhas em um lugar onde não deve, repreenda-o, dizendo-lhe “NÃO!”; ou borrifando-lhe com um pouco de água. Depois disso, você pode levá-lo ao arranhador para que ele saiba que esse é o lugar apropriado para fazer isso.
Você precisará de um pouco de paciência e lembre-se de não usar a violência com eles, pois isso os deixará desconfiados. Caso prefira usar palavras (Não! Pare!), o melhor é sempre usar as mesmas palavras.

4- Para que permita que o escovem

Você evitará muitos problemas de saúde do seu gato, se o escovar com frequência. Ainda que isso seja um verdadeiro transtorno, se seu gato não estiver acostumado. Use com frequência uma escova especial para gatos e que corresponda ao seu tipo de pelo. Você pode incluir a escovação nos rituais de carícias, assim o gato se sentirá confortável e à vontade enquanto estiver sendo escovado.




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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

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9 raças de cães difíceis de adestrar


Há boatos entre os donos de que existem raças de cães difíceis de adestrar. Muitos acreditam que huskies, samoiedos ou raças japonesas são “difíceis”, e que não podem ser treinadas ou educadas como outros cães. O que há de verdade nisso?

Raças primitivas: as raças de cães difíceis de adestrar

Nem todas as raças de cães surgiram ao mesmo tempo. Algumas apareceram pouco depois da Idade Média, outras apareceram no século 19, mas há algumas espécies que são muito mais antigas.
Acredita-se que os cães começaram a se diferenciar dos lobos e a evoluírem sozinhos no ano 4.000 a. C. Os seres humanos se tornaram sedentários. Isso levou à criação de depósitos de lixo nos arredores dos assentamentos. Sendo assim, vários grupos de lobos passaram a se alimentar dos restos de comida em vez de caçar. Eles foram considerados os primeiros cães.
Existem algumas raças primitivas, ou seja, cães que evoluíram pouco desde então. Suas características são semelhantes às dos seus ancestrais. Por isso, ainda possuem muitos traços de seus “pais”.
Estas são as raças nórdicas ou asiáticas:

Husky siberiano
Malamute do Alasca
Samoiedo
Cães do tipo spitz
Pastores finlandeses ou nórdicos em geral
Chow Chow
Akita inu
Shiba Inu
Jindo coreano

As raças nórdicas como husky são tão primitivas que não aprenderam a latir, embora possam desenvolver a capacidade ao longo de sua vida. Apesar disso, esse traço não é instintivo, como acontece com o resto das raças. Huskies e malamutes, por exemplo, uivam para se comunicarem, eles não latem.
As raças japonesas, sim, latem. Entretanto, quem conhece um cão japonês pode perceber que eles têm um temperamento e um caráter muito diferentes dos outros cães.

Raças difíceis para treinar e punir

Não é verdade que essas raças não podem ser treinadas. Prova disso é que os cães nórdicos são frequentemente treinados para puxar trenós, cuidar do gado ou caçar. O que torna essas raças especiais é que elas não podem ser treinadas com punição.
Normalmente, quando queremos educar ou treinar um cão, cometemos o erro de puni-los quando estão errados. Em vez de permitirmos que tentem até conseguirem realizar o que queremos e depois recompensá-lo. Normalmente, interrompemos seus processos de aprendizagem com experiências negativas.
Essa técnica definitivamente não funciona com essas raças. Outras raças foram moldadas e misturadas com outros cães que reagiam da forma que interessa aos humanos em relação ao castigo. Entretanto, cães primitivos não desenvolveram essa capacidade.
Ou seja, se você está tentando ensinar algo a um husky (pode ser que seja para ficar sentado ou não pedir comida na mesa), não conseguirá nada punindo ou repreendendo o cão. Ele não consegue relacionar o comportamento com seu castigo. Dessa forma, você só vai conseguir deixá-lo assustado. Além disso, dessa forma, ele não recebe nenhuma informação, nem mesmo sabe que está fazendo algo errado.

Reforço positivo: certeza de sucesso

As raças nórdicas, japonesas ou primitivas não podem aprender por punição. No entanto, eles reagem muito bem ao reforço positivo e aos prêmios.
O processo de aprendizagem de qualquer cão é acelerado se eliminarmos as punições e o educarmos apenas com o reforço positivo. O reforço positivo é uma gratificação. Ou seja, dar algo que um cão gosta como consequência de um comportamento que queremos que ele repita.
Algo muito simples de fazer é recompensar o animal quando eles realizam o que queremos.  Isso é essencial com essas raças de cães difíceis de treinar. Pois, apesar de serem incapazes de relacionarem algo negativo com seu comportamento, relacionam uma consequência desejável ao seu comportamento de forma muito fácil e rápida.
Ou seja, se você quer que um husky pare de pedir comida na mesa, ele aprenderá muito melhor se você recompensá-lo quando ele não está pedindo. Isso será muito melhor do que puni-lo por estar ao seu lado fazendo uma cara feia para o cão. O reforço positivo é necessário para a aprendizagem de qualquer cão e, no caso das raças de cães difíceis de adestrar, é a única opção disponível.

Reforço positivo em gatos

Aqueles que costumam se referir a essas raças como “cães-gatos” têm alguma razão. Afinal, esses cães aprendem da mesma forma que seus companheiros felinos. Os gatos não relacionam uma punição ao seu comportamento. Em vez disso, eles aprendem muito rapidamente aplicando métodos baseados apenas em reforço positivo.
Se o seu gato arranhar o sofá e você repreender ou castigar o animal toda vez que ele fizer isso, ele continuará a arranhar o sofá. O gato não entende que sua reação e o comportamento negativo dele estão relacionados. No entanto, se em vez de usar o sofá para arranhar, ele usar o arranhador e ganhar um prêmio, entenderá bastante rápido o que você deseja.
Como as raças nórdicas, asiáticas ou primitivas, os gatos não podem aprender com base no castigo. No entanto, isso não significa que eles não possam aprender: podem ser treinados, mas usando reforço positivo.
Com prêmios e apenas um pouco de paciência, qualquer cão, mesmo que seja uma dessas raças de cães difíceis de adestrar, consegue aprender.





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